segunda-feira, 4 de junho de 2012

Arquivos - Aulas 9 e 10

Pessoal,

Segue os links para os pdfs das aulas 9 e 10:

Aula 09:
https://rapidshare.com/files/40481404/Aula_09_Mobilidade_e_Vigilancia.pdf

Aula 10:
https://rapidshare.com/files/2056140369/Aula_10_Musica_e_subculturas.pdf

Qualquer coisa estamos à disposição.

Abraço,

Ana e Camila


domingo, 6 de maio de 2012

Sugestões de leitura - Aula 10: dia 10/05/12

Pessoal,

Segue a indicação de leitura para a aula da próxima quinta-feira, dia 20/05/12:


AMARAL, Adriana. Redes sociais de música: segmentação, apropriações e práticas de consumo. In: ComCiência - Revista de Jornalismo Científico, 10/09/2010. Disponível em: http://www.comciencia.br/comciencia/handler.php?section=8&edicao=59&id=748

CASTRO, Gisela Grangeiro da Silva. Música, juventude e tecnologia: novas práticas de consumo na cibercultura. In: Intercom – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação. Anais:
XXIX Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação. Brasília: UnB, 2006. Disponível em: http://galaxy.intercom.org.br:8180/dspace/bitstream/1904/19682/1/Gisela%20Grangeiro%20da%20Silva%20Castro.pdf

Abraço,

Camila e Ana

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Arquivos - aulas 2, 3 e 4 e Orientações para avaliação

Pessoal,

Abaixo estão os links para vocês baixarem as apresentações das aulas 2, 3 e 4.

Lembramos que nesta semana, no dia 19/04, teremos a avaliação teórica.

Vocês podem trazer os textos indicados para utilização na avaliação. Lembramos da importância de terem lido antecipadamente. Os textos se encontram na pasta da disciplina, no xerox.

Abraços,
Ana e Camila

Aula 2 - Mapa Mental da Cibercultura

https://rapidshare.com/files/714786306/Aula_02_MapaMentalCibercultura.pdf

Aula 3 - Cultura da Convergência e Participação no Contexto da Web

https://rapidshare.com/files/1626931600/Aula_03_ConvergenciaParticipacao.pdf

Aula 4 - Redes Sociais e Blogs

https://rapidshare.com/files/3449632432/Aula_04_RedesSociais_Blogs.pdf

domingo, 25 de março de 2012

Seminários 2012/01

Pessoal,


Segue a lista de opções dos textos para os seminários da disciplina neste semestre.


Solicitamos que nos indiquem os nomes de suas duplas de trabalho, curso (JORNAL, PP, RP) e se vocês já tem a indicação de qual texto gostariam de trabalhar.


Esta indicação não é definitiva, apenas um guia para nos auxiliar a distribuir os textos da melhor forma possível.


Aguardamos estas informações por e-mail (anamigo@gmail.com e camilacor@gmail.com)


Um abraço,


Ana e Camila


1) A cobertura e o debate público sobre os casos Madeleine e Isabella: encadeamento midiático de blogs, Twitter e mídia massiva

Alex Primo

http://www.sumarios.org/sites/default/files/pdfs/54236_6294.PDF

2) Comunicação mediada por computador e newsmaking: o caso do blog da Petrobras.
Marcelo Träsel

http://www.intercom.org.br/papers/nacionais/2009/resumos/R4-1919-1.pdf


3) MEDINA, C. ‘ANAS’ E ‘MIAS’ EM BLOGS NA INTERNET: A EXPOSIÇÃO DE SI NA CONTEMPORANEIDADE.
Camila Braga Medina
http://www.intercom.org.br/papers/nacionais/2007/resumos/R0675-1.pdf


4) DISCURSO E REDES SOCIAIS - O caso “Voz da Comunidade”

Flávia Valério Lopes, Wedencley Alves

http://www.uff.br/ciberlegenda/ojs/index.php/revista/article/view/489


5) Mulheres na rede: características da “conversa de salão” do blog Mão Feita

Daniela Silva Agendes

http://www.unisinos.br/revistas/index.php/versoereverso/article/download/ver.2011.25.59.04/459


6) As Dinâmicas do Social Game Farmville e o Processo de Identificação

Rebeca Recuero

http://www.intercom.org.br/papers/nacionais/2010/resumos/R5-1771-1.pdf


7) O Twitter como Suporte para Produção e Difusão de Conteúdos Jornalísticos

Gabriela da Silva Zago

http://www.uff.br/ciberlegenda/ojs/index.php/revista/article/view/2/14


8) O CONSUMO E A CIRCULAÇÃO DA TELENOVELA PASSIONE NUM CENÁRIO MULTIPLATAFORMA

Daniela Schmitz, Erika Oikawa, Lírian Sifuentes, Mônica Pieniz

http://compos.org.br/data/biblioteca_1715.doc


9) O FACEBOOK COMO FOCO DE OPORTUNIDADES DE BRANDED EXPERIENCE

Rhaissa Vitor, Adilson Cabral

http://gitsufba.net/simposio/wp-content/uploads/2011/09/O-Facebook-como-foco-de-oportunidades-de-branded-experience-VITOR-Raissa-CABRAL-Adilson.pdf


10) Fã-mília #happyrock: “recomeço” em cores

Camila Monteiro

http://gitsufba.net/simposio/wp-content/uploads/2011/09/Fa-milia-happyrock-%E2%80%9Crecome%C3%A7o%E2%80%9D-em-cores-MONTEIRO-Camila.pdf


11) Ciberespaço, vigilância e privacidade: o caso Google Street View

Elisianne Campos de Melo Soares

http://www.uff.br/ciberlegenda/ojs/index.php/revista/article/view/474/284


12) A literatura e o microblogging Twitter no processo de transmidiatização e cibercultura

Rafaela Bernardazzi Torrens Leite, Taciana de Lima Burgos

http://simposio2011.abciber.org/anais/Trabalhos/artigos/Eixo%204/11.E4/335-535-1-RV.pdf


13) A Campanha Eleitoral na Internet: Uma Análise do Twitter dos Candidatos à Presidência Dilma Roussef e José Serra

Sônia Regina Schena Bertol, Benami Bacaltchuck, Mariana Pessini Mezzaroba

http://www.buscalegis.ufsc.br/revistas/index.php/observatoriodoegov/article/view/34134/33067

terça-feira, 5 de julho de 2011

START this baby!



Nosso primeiro milhão começa com um simples START!


O Start inicial foi dado pelo serviço chamado Make your way. Que busca unir diversos recursos disponíveis na web com a facilidade de receber atualizações de locais em que você pode estar, caso resolva mudar o seu caminho. É uma idéia muito interessante por permitir que agregue ferramentas gratuitas do Google, como o Google mapas, e com as tecnologias móveis que estão em alta atualmente. Possibilitando alternativas em nosso trajeto.

Em seguida vimos a chance que muitas pessoas esperavam de entender o confuso mundo da web: Omegafone.com! Um tipo de ferramenta que ajuda na inclusão social e no compartilhamento das informações permitindo a inteligência coletiva. A idéia é que o site sirva como manual do uso da internet, ou algo desse gênero, que possa nortear o público-alvo, que são as pessoas de mais idade que ainda não possuem intimidade com o conflitante mundo da internet. O site ainda disponibiliza um espaço para usuários mais avançados, onde receberiam as informações mais atualizadas, em vista que há um bombardeamento de informações novas na web o tempo todo.

Mas como o melhor sempre fica para o fim (\,,/) a genial idéia de start’up na busca do milhão é a solução que muitas pessoas buscavam. Este é o caso da START’UP. (Logicamente, enalteci esta idéia por se tratar da apresentação do meu grupo).
Em todo caso, essa ideia é criada em forma de um agregador de serviços on-line. Como é de conhecimento que muitos estudantes acabam sempre na função de mudança e de viagens, e quando precisa de algo simples como consertar a fechadura de casa, é difícil encontrar alguém que resolva a situação. Por isso que no nosso site a ideia é disponibilizar os locais, ou as pessoas, que ofereçam serviços de qualidade, mas que estejam perto da casa do solicitante. Como alguém que precise de um frete, e que encontre alguém que faça um bom serviço perto de sua casa.

Se até o Google começou assim... vai que numa dessas né...

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Vida digital na televisão brasileira. Será?

Em 2007 foi anunciado um passo significativo para a inclusão digital no Brasil. Pelo menos era o que o governo dizia. A TV digital que em 2016 deve ser a única forma de transmissão no país. Passados anos ainda engatinha tanto na interatividade como no conteúdo.
Exemplo pode ser visto na forma como vem sendo feita esta transição, as setup box que deveriam adaptar as TVs analógicas tem custo elevado e ainda não vem a tecnologia de interatividade, os aparelhos apenas são obrigados a vir adaptados para a nova forma se tiverem 32 ou mais polegadas, e por fim apenas no ano de 2010 alguns aparelhos passaram  ter o selo DTVi, que significa estarem aptos a ter interatividades.
Isso apenas na parte do hardware, que é a parte mais sensível aos mais pobres, e que serve de desculpa as produtoras de conteúdo, que são também as emissoras, em não investir na produção de programas que utilizem toda esta tecnologia.
A tecnologia usada na TV digital trás muitos desafios tanto para quem produz quanto para quem atua, uma vez  que a maior nitidez,  e as diferenças de luz  afetam toda a produção. As dificuldades em fazer também exigem maior interdisciplinaridade dos comunicadores para que saibam e se informem constantemente sobre as possibilidades de interação em seus produtos, como orientar o telespectador sobre as mesmas, o que usar ou não usar na interface da televisão que estará na frente do telespectador.
No momento não se vê mudanças na interface com relação a interatividade, no máximo as mensagens do twitter passando abaixo da tela, em um "tempo real" meio suspeito nos programas jornalísticos. A desculpa
é a baixa inserção dos aparelhos digitais, apesar do estouro de vendas em 2010.
O lançamento da transição do analógico para o digital seria a forma que o governo achou de universalizar o acesso ao mundo digital até 2016, sem ter que investir maciçamente na internet, já que a televisão está presente em mais de 90% dos lares do país, e os computadores estavam muito caros até então. Porém hoje a TV digital tem sinal em 480 municípios, que congregam 87,7 milhões de brasileiros (dados do site DTV), mas se pararmos para pensar o Brasil tem  mais de 5000 municípios, e por esta concentração de habitantes só os grandes centros populacionais ganharam sinal digital até agora, excluindo mais de 100 milhões de brasileiros dos pequenos e médios municípios.

Em outra ponta a entrada dos aparelhos chamados Webs Tvs agora em 2011 deve por mais pressão na política de TV digital, uma vez que estas realmente trazem de outra forma a interatividade que até agora não chegou a televisão. O novo aparelho integra a programação da televisão, as funções de navegação e compartilhamento  de conteúdo dos computadores e a convergência dos diversos aparelhos do domicilio em uma central de lazer. Tudo isso aliado a uma interface amigável, o problema maior é o custo do aparelho, e o acesso a rede de banda larga, presente apenas em 27% dos lares.
No entanto isso deve por pressão nas emissoras para produção de conteúdo já que o que é produzido hoje para o novo sinal é pífio e o investimento até agora foi alto.

Apesar do texto de Ana Silva Lopes Davi Médola, "Televisão digital brasileira e os novos processos de conteúdos: os desafios para o comunicador" tratar apenas dos desafios do comunicador com a nova tecnologia nesse meio, falta muito para sequer se chegar ao nível não só de interatividade em que o comunicador tenha estes desafios, ou aos formatos mais arrojados necessários para maior interação do apresentador, técnica e público sejam exigidos.
Pelo que vejo hoje a vida digital na televisão brasileira vai chegar primeiro através da banda larga e não da transmissão de dados e interação no sinal.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Sou Stefhany, sou absoluta!

Se há 5 anos atrás alguém te dissesse que uma menina lá nordeste, parodiando a música 'a thousand miles' da Vanessa Carlton em um clipe caseiro intitulado Stefhany no Crossfox, postado no youtube, iria ser um estouro na internet, um viral que se multiplicaria, fazendo ela se tornar uma legítima celebridade da internet, e ainda por cima, aparecer no Caldeirão do Hulk e no Faustão...Vc acreditaria? Eu não...
A versão 2.0 trouxe consigo uma nova maneira de apropriação da web pelos usuários... Se antes eles estavam acostumados a receber passivamente o conteúdo que os grandes veículos de mídia transmitiam... Agora, é como se tivessem com um megafone nas mãos...
E a nossa Profê Susan Liesenberg, observando esse fenômeno,muito sabiamente, resolveu estuda-lo.. Em seu artigo: "Papel Pop e o Stefhany do Crossfox - A inflência do Blogs no Encadeamento de Construção de Celebridade", ela trata do fenômeno de "Celebrização pela Internet" através do estudo da Stefhany do Crossfox no Youtube.
Um dos primeiros vídeos do youtube, segundo Susan, que sofreram o processo de enxurrada de visualizações e se tornaram 'febre' na net é o Chocolate Rain, de Tay Zonday. Esse vídeo viralizou inexplicavelmente, e foi muito imitado, compartilhado e parodiado na web... Hoje o autor tem um canal próprio, e milhares de outros vídeos parodiando outras músicas...
E como esse, há muitos outros casos, como o 'Fala Sonia', 'Tapa na Pantera', 'Valmir e Josy', e inumeros outros... Um caso curioso é o da Tulla Luana...Ela é uma senhora que resolveu reclamarna net..e foi ouvida! Ela reclama sobre o google, sobre jogos da web, sobre a shoptime...enfim, sobre tudo! Virou praticamente um ícone de contestação na web..e segundo seu canal, dia 30 de maio estreiou um programa só dela na justin tv, dá uma olhada www.youtube.com/user/tullaluana
Bom.. Mas o que o Chocolate Rain , a Tulla Luana e a Stefhany do crossfox tem em comum? Eles são, segundo Adriana Braga, "Microcelebridades."
Em seu artigo, intitulado "Microcelebridades - entre os meios digitais e massivos", a autora defende que esse processo é resultado da relativização do monopólio de produção dos conteúdos midiáticos, (ou seja, o tal megafone que eu citei lá no início...) Uma questão contundente para Adriana é definir a partir de que ponto esses usuários se tornam Microcolebridades, e qual a influência da passagem delas para os meios massivos nessa "celebrização". Assim, ela faz um estudo do caso Twittess, e do blog Modern, analisando como ocorreu a passagem dessas celebridades do meio Digital para o Meio Massivo, e a tranformação delas de Micro para Celebridades de fato.
Voltando ao caso Stefhany, nossa Musa, Deusa, Absoluta...é interessante notar a peculiaridade com que a 'celebrização' da Stefhany ocorreu: descoberta por um blogueiro, ela se tornou uma verdadeira sensação, o hoje, tem seu próprio canal, e lança inclusive seus próprios hits... (confere lá no www.youtube.com/canalstefhanycross o ultimo single dela... Menino Sexy )
Segundo Primo (2009), os Blogs são canais geradores de tendências, e termômetros para a grande mídia sobre o que está acontecendo na web. Assim, explica-se o fato de Stefhany ter postado seu video há bastante tempo, mas somente ter estourado na web depois de descoberta pelo mundopop. Mas aí fica a questão... Será que foi só isso? Um blog teria essa amplitude toda de transformar Stefhany em estrela? Segundo Susan, o conteúdo gerado na web, para alcançar tal dimensão, deve conter alguns requisitos básicos que agradem ao grande público: Originalidade, humor, espontaneidade, e, no caso de Stefhany, se encaixar em um esteriótipo de heroína: A mulher bem resolvida, que se gosta, se ache 'absolta.' ( e viva o feminismo!)
Diante desse emaranhado de Celebridades que surgem quase que diariamente, como "a banda/agencia/faculdade/pauta.. mais bonita da cidade", "os soldados e o funk do hino nacional", e por aí vai..ficam as questões: O que é uma Celebridade hoje pra você? Acredito que a questão hoje não é mais quem é celebridade, mas sim quanto tempo se é celebridade...Todos esses personagens, dado o contexto e momento em que surgiram, foram celebridades a seu modo.. mas sumiram...e acredito que o desafio agora, para as celebridades, não é mais estourar, mas sim, continuar ressonando na vida das pessoas...
Acho que é por aí que a banda toca...