Blog da disciplina eletiva Seminário de Informática e Comunicação, turma 2013/01.
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Resenha sobre o texto:
terça-feira, 27 de abril de 2010
22 de Abril
Quando há uma movimentaçã nos processos estáticos até o momento, e essa mudança faz as estruturas se reestabelecerem fazendo mudar seu comportamento obtemos a desterritorialização. O ciberespaço é efetivamente desterritorializante, pelo simples fato de fornecer acesso à informação ilimitada e sem fronteiras.
Depois da desterritorialização, se consolidadas as estruturas, vem o processo de reterritorialização. Que é a adaptação do meio com as tecnologias oferecidas e adotadas por ele.
Quando há um novo ciclo de desterritorialização e reterritorialização ocorre a
des-re-territorialização.
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Aula do dia 15 de abril
Basicamente onde a pessoa está localizada no momento é o que vai interferir com quem ela se comunica e sobre o quê; temos uma ideia muito forte do "aqui e agora".
Estas informações compartilhadas através da mídia locativa são mutáveis, onde a cada passo que se dá a informação anterior se torna obsoleta. Podemos ver isso claramente nas redes sociais que informam onde o usuário está no momento.
Outro exemplo são as câmeras que ativam informações sobe o local em que se está: a realidade aumentada; proporcionam a interatividade, a participação, itens muito importantes e que definem bem o termo de web 2.0.
Concluindo, as mídias locativas podem ser associadas ao movimento e a portibilidade, o que traz facilidade, coisas que a evolução da tecnologia quer proporcionar para seus usuários.
Resenha 15 abril 2010
“O mundo na palma da mão”. Um entre tantos clichês que acompanha a realidade de todos àqueles cuja geração já nasce com habilidades espetaculares e naturais para a inserção no ciberespaço. A minha entrada na aula fora justamente na troca de slides, acredito, em que ela estava exposta.
A aula do dia 15 de abril trouxe para a nossa reflexão textos de André Lemos e Lúcia Santaella, complementares e díspares entre si, por trazerem em sua essência a reflexão, por um conjunto de lentes distintas, sobre mobilidade e suas intersecções relacionadas à linguagem e ao uso de mídias locativas. Tentando evitar redundâncias e superficialidades, penetramos na lente apresentada por Santaella cujo lugar a ser pensado envolve o paradoxo presença-ausência , entre outros paradoxos importantes e melhor elencados pela autora. O fator ciberespaço põe em evidência concepções tradicionais sobre distancia, espaço e nomadismo. Ao trazermos esses termos e reconfigurá-los para a esfera do ciberespaço, já não é possível pensar na concepção usual do termo “realidade” sem os devidos reflexos provocados pelo meio digital. O fato marcante desse hibridismo seria o próprio uso do termo “duplo-nomadismo” em que os diversos papéis sociais exigem constante presença em diversos lugares da própria esfera social real, contudo a necessidade de permanecer um nó ativo na esfera do ciberespaço exige igual atenção parcial permanente para poder absorver / complementar / divergir com a sua rede social. Ressalta-se que exige-se um desenvolvimento cognitivo cada vez mais acentuada, cujo húmus é absorvido e naturalizado em semelhante velocidade acelerada.
Pelo lado de André Lemos, as mídias locativas representam não só a emissão de conteúdos informacionais vinculado a um lugar específico, mas também a disseminação de um novo tipo de mídia para a localização de uma determinada empresa. A disponibilização de mídias locativas, principalmente o acesso a rede Wi-fi para público não específico (acesso geral) é capaz de localizar e configurar a fonte da mídia locativa também no ciberespaço, possibilita maior intensificação do duplo-nomadismo citado por Santaella e permite a mesma localização do indivíduo no ciberespaço e disponibilizá-la para a(s) rede(s)social(is) a(os) qual(is) pertence e vinculá-lo à fonte da mídia locativa ao qual acessa, está próximo fisicamente e/ou consumindo ativamente dos serviços e/ou produtos daquela fonte locativa.
por Alex Viana
terça-feira, 20 de abril de 2010
Na última aula – 15 de abril – foi reforçada a ideia de que a inserção de novas mídias não significa o extermínio das antigas, mas uma reconfiguração do quadro atual. Aspecto que merece destaque é a ambiguidade que vem se desenvolvendo com as novas tecnologias; se por um lado surge um feixe considerável de mobilidade – o que proporciona a presença em diversos ambientes simultaneamente -, por outro a adoção de tais tecnologias carrega um vasto potencial de vigilância, pois os rastros das presenças também são verificáveis em diversos lugares, o que facilita a descoberta de informações por ou sobre qualquer um. A hibridização da esfera pública e privada ilustra este avanço da utilização das novas tecnologias. O uso destas em qualquer local e sua abrangência sem fronteiras diluí as diferenças entre o que é coletivo do que é individual. Informações que eram enclausuráveis passaram a ser tangíveis com certa simplicidade. por Bruno Colombo |
Mobilidade
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Na aula do dia 8 de abril, vemos a importância e as funções das redes sociais na internet. Discutiu-se as tendências e o panorama atual das redes, focando em ferramentas como blogs, microblogs (twitter), sites pessoais com utilização de perfis (Orkut, Facebook). Os blogs são alvo de constante discussão entre os pesquisadores, pois é um objeto de difícil categorização. Eles tiveram grande importância, pois revolucionaram a idéia de sites pessoais, que antes eram estáticos e desatualizados, implementando posts frequentes e a ordem cronológica reversa dos mesmos. Já o twitter recebeu destaque na aula por revolucionar o mundo da web: já é uma das redes sociais mais acessadas no Brasil, atraindo desde grandes empresas a artistas renomados e políticos. Com a idéia de seguir e ter seguidores, o twitter segue a mesma linha de “popularidade” que o Orkut.
Quanto aos sites pessoais como o Orkut e Facebook, foi discutida a grande gama de tipos de sites criada, e tivemos como exemplo sites apenas para animais e para pessoas ricas. O mesmo sistema de criação de perfis tem sido aplicado a uma grande parte dos sites hoje, inclusive nos jogos. Os chamados social games nas redes sociais facilitam a socialização e a criação de identidade, envolvendo cooperação e interação entre os amigos e jogadores. Nota-se que as redes sociais na web crescem cada vez mais, firmando as ideias de criação de identidade, popularidade e socialização.
por Luiza Pimenta